FEJESP - Movimento Empresa Júnior

Diversidade de EJs: O que isso representa? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Andressa Lagonegro   
Dom, 25 de Janeiro de 2009 00:00

Atualmente a Fejesp possui 31 Empresas Juniores federadas. São empresas de diferentes cursos, universidades e estão espalhadas por todo o estado.
Para entender melhor essas diferentes realidades e, principalmente, ajudar as EJs a se conhecerem e se planejarem da melhor maneira a fim de maximizar seus resultados, o projeto Fejesp Consultoria foi criado em 2008. Tendo isto em vista, para viabilizar a análise e os resultados do projeto, a Fejesp criou 3 clusters: tipo/ modo como a EJ está organizada, cidade e universidade. Os clusters são grupos de empresas juniores semelhantes entre si devido a alguma característica.


As empresas do tipo 1 contratam a mão-de-obra para realizar os projetos e possuem estrutura mecânica, ou seja, estão divididas em diferentes áreas e cada uma com um escopo específico. Em geral, são as empresas dos cursos de engenharia.
O tipo 2 abrange as empresas que realizam seus próprios projetos e estão muito voltadas para a realização deles, ou seja, possuem estrutura orgânica, como as empresas de administração.
As EJs que não se enquadram em nenhuma das categorias anteriores são as do tipo 3.
O segundo cluster se refere a localização. A cidade precisa ter 5 EJs federadas à Fejesp para a distinção no cluster. Hoje temos São Paulo, Campinas e Interior, sendo que no último se encontram todas as outras cidades excetuando-se São Paulo e Campinas.
Por fim, temos o cluster referente às universidades: USP, Unicamp, UNESP e Outras. A criação do cluster não se refere às instituições públicas ou privadas, mas é criado quando possui mais de 3 EJs federadas.
Com essa distribuição, a Fejesp tem uma visão do geral da Federação mas também pode ajudar cada EJ a conhecer empresas que enfrentam problemas semelhantes, estão em contextos parecidos e, assim, podem aprender com os seus bons resultados.
Outro projeto importante da federação é o SMD, Sistema de Mensuração de Desempenho. Com ele podemos criar um panorama geral e analisar os resultados da Fejesp. Com os indicadores de desempenho, podemos fazer uma análise ainda mais profunda sobre os tipos de EJs citados acima.
Com os dados que temos, podemos dizer que EJs do tipo 1, apesar de possuírem de um modo geral uma gestão melhor do que as do tipo 2, ou seja, possuem ferramentas mais completas e desenvolvidas, não apresentam os melhores resultados. Por estarem mais voltadas ao mercado e desenvolverem seus próprios produtos, EJs do tipo 2 têm maior prospecção mercado.
Infelizmente, o último SMD não foi completo. Apenas 12 empresas enviaram seus dados e não pudemos fazer uma análise realmente completa. É muito importante a participação de todos, para que a Fejesp possa fazer uma análise mais complexa e fornecer para suas EJs maior quantidade de insumos possíveis a fim de ajudá-las a crescer.


Autora: Elis Chiachia – Diretora de Desenvolvimento

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