| Um em cada três profissionais tem receio a mudanças |
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| Sex, 05 de Junho de 2009 12:23 |
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De acordo com especialista da Right Management, o momento atual exige que os líderes aprendam a administrar a forma como os funcionários vão lidar com qualquer tipo de alteração na rotina A flexibilidade tem sido um dos atributos mais valorizados no atual mercado de trabalho em constante transformação. Apesar disso, uma pesquisa global realizada pela Right Management - consultoria especializada em transição de carreira e recolocação de executivos - detectou que a maior parte dos profissionais tem dificuldade de se adaptar às mudanças. De acordo com o levantamento, que ouviu 100 profissionais seniores nas áreas de recursos humanos, 31% dos funcionários não digerem bem as mudanças no trabalho, o que representa um risco para as organizações no que se refere à produtividade e ao comprometimento das equipes. Outros 43% afirmam que, apesar das atividades do dia-a-dia não serem afetadas, há uma queda no moral das pessoas, ocasionando falta de motivação na busca por resultados. De acordo com o presidente da Right Management, Douglas J. Matthews, o momento atual exige que os líderes aprendam a preparar os funcionários às mudanças que são forçados a fazer, por conta de reduções de equipes. Para a diretora da consultoria no Brasil, Márcia Palmeira, as falhas na forma de agir podem levar a grandes impactos, como queda na produtividade e aumento na rotatividade de profissionais. “O clima de mudanças gera medo nas pessoas, que partem de um ambiente conhecido para um terreno altamente desconhecido", elenca a especialista. Ela alerta as empresas em relação às políticas adotadas em momentos de crise, quando querem que as pessoas façam mais com menos. "Não se pode esquecer que o aspecto emocional fica latente e os profissionais abalados com o clima de instabilidade tornam-se menos comprometidos", explica Márcia. Questões como essas não devem fugir da agenda dos executivos, aconselha a diretora. Na sua opinião, a falta de transparência e orientação dos chefes só contribui de forma negativa nesses processos. "Se as empresas não correrem para recuperar esse cenário, o tempo nos dirá o tamanhos dos estragos".
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