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Sáb, 03 de Janeiro de 2009 14:54 |
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Com o aumento do número de cursos universitários, a disputa por uma vaga no mercado de trabalho tornou-se tão difícil quanto a própria disputa do vestibular, com relações candidato/vaga igualmente pesadas. Além disso, a pressão é grande para que o estudante saia da universidade já empregado. Diante desse cenário, as instituições de ensino têm se organizado de várias formas para ajudar o aluno a dar o pontapé inicial na carreira - aproveitando a oportunidade para, também, se destacarem entre milhares de faculdades e universidades.
A época em que as escolas tinham uma postura passiva ficou para trás. Só um painel de cortiça com as oportunidades fixadas com alfinetes é coisa do passado. As instituições têm feito tanto projetos sazonais, que existem somente na época do vestibular, quanto estruturado departamentos internos voltados somente para a área de estágios e trainees. |
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Sex, 02 de Janeiro de 2009 14:51 |
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O mundo do trabalho está mudando. Uma revolução acontece conforme o mercado abre mais espaço para quem tem projetos e disposição para ousar, e até o poder público começa a agir para ajudar pequenos empresários. Portanto, conseguir aquele emprego seguro com salário definido e certo - mas no negócio dos outros - não é a única alternativa. As oportunidades estão aí para quem quiser fazer as coisas do seu jeito. |
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Dom, 28 de Dezembro de 2008 14:47 |
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A empresa júnior é constituída e gerida exclusivamente por alunos de estabelecimentos de ensino superior. Presta serviços e desenvolve projetos para empresas e entidades, sob a orientação de professores e profissionais especializados.
O conceito nasceu na França, com o MEJ (Movimento Empresa Júnior), em 1967, e se difundiu rapidamente no meio acadêmico do país, resultando na criação da Confederação Nacional das Empresas Juniores em 1969. Na década de 80, o modelo francês começou a se espalhar. No Brasil, uma das primeiras empresas júnior foi fundada em São Paulo em 1989, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). Na seqüência, surgiram empresas na Fundação Getúlio Vargas e na Universidade Federal da Bahia. O movimento brasileiro expandiu-se tanto que, entre 1988 e 1995, surgiram cem empresas, número que a França só atingiu em 19 anos. |
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Seg, 15 de Dezembro de 2008 21:24 |
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Grande parte das universidades de hoje conta com uma ferramenta ainda pouco explorada pelos alunos, mas que traz uma ótima oportunidade de experiência das práticas atuais do mercado de trabalho: a Empresa Júnior. O principal objetivo dessa instituição, sempre administrada por alunos de cursos de graduação, é a vivência da realidade empresarial do mercado, por meio da prestação de serviços para a própria universidade ou, ainda, para entidades externas. No comando das atividades, os alunos podem pôr em prática tudo aquilo que aprendem na teoria, dentro da sala de aula. |
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Seg, 08 de Dezembro de 2008 21:39 |
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A nova lei irá beneficiar os empreendedores que, em geral, são profissionais autônomos que prestam serviços simples, deixam de recolher tributos, não seguem as regras para funcionamento estabelecidas pela administração municipal e não têm cobertura previdenciária. São sapateiros, manicures, barbeiros, costureiras, pintores, mecânicos, encanadores, serralheiros, marceneiros, feirantes, entre tantos outros. |
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